ESTE CAÓTICO MUNDO GLOBALIZADO….

Fidelidade em Tempos de Globalização.

 

Fidelidade, um assunto que deve ser preocupação constante na vida do crente, uma vez que somos um povo escolhido para fazer diferença aonde passamos.

Uma pergunta que não quer calar no coração de uma pessoa que serve a Cristo é esta: como ser fiel em um tempo onde as informações se espalham na velocidade da luz? Com isto, qualquer passo em falso torna-se motivo de escândalo e vergonha não só para quem se diz servo de Deus como para quem está sempre à espreita a fim de pegar falhas de líderes e de pessoas que se dizem cristãs e não buscam cumprir o que Deus nos ordena em sua palavra.

Ora, servimos a um Deus que não escraviza o ser humano. Como podemos ver no Novo Testamento, nossa obediência a Deus está fundada no amor e não em legalismos do que se pode e o que não se pode fazer. Somos servos livres, que no momento em que não quisermos mais, podemos simplesmente dizer a Deus: “Senhor, eu não quero mais Te servir”.  Deus não vai interferir de modo algum em nossa decisão. No entanto, a responsabilidade de arcar com as conseqüências de nossas escolhas é nossa. Somos livres também para escolhermos o que nos convém e o que não nos convém fazer.  Podemos fazer o que quisermos, e é aí que entra a questão da nossa fidelidade para com Deus. Se obedecemos ao Senhor é porque O amamos. E o cumprimento dos mandamentos do nosso Mestre se resume ao amor. Porque alguém que ama de verdade não quer que o alvo de seu amor seja envergonhado, sempre vai buscar o crescimento e a unidade do relacionamento. E nossa comunhão com Deus é um relacionamento pessoal. E se amamos, queremos sempre ser fiéis. O amor é uma decisão e um exercício diário. Não pode ser baseado somente na emoção. Por esta razão, a atitude de demonstrar amor verdadeiro para com o nosso próximo é algo tão difícil em nossos dias.

Vivemos uma época onde tudo é relativo e algumas igrejas têm embarcado nessa onda, transformando a Palavra de Deus e interpretando-a da maneira mais conveniente aos seus próprios interesses. Tempos onde o individualismo cresce assustadoramente e as famílias estão cada vez mais distantes. Devemos ter consciência que a palavra de Deus não muda, como sua própria essência e, portanto, nossa atitude nesses tempos tão difíceis, onde a maior perseguição não é a física, mas sim a que envolve conceitos morais e psicológicos, e por isso chega a ser mais perigosa do que a perseguição aos cristãos do primeiro século, porque esta não destrói apenas o corpo, mas é capaz de corroer e corromper o coração, de onde procedem todas as veredas da vida.

Como ser fiel em um mundo onde conceitos e idéias contrários ao que a Bíblia nos ensina estão o tempo todo tentando sutilmente infiltrar-se em nosso meio e minar nossa convicções? Nosso amor a Deus precisa ser maior do que a nossa própria vida, maior do que nosso entendimento e maior do que a forma como encaramos o tempo presente. Nossa decisão de seguir a Cristo deve ser patente, ainda que isto nos custe bons empregos ou altos salários, ainda que nos custe algo que muito desejamos, nosso amor a Deus deve ser maior. E isto não é fácil, nem se dá da noite para o dia. Nosso tempo não é o tempo presente e nossa pátria não é esta. Somos peregrinos na terra e estamos aguardando o verdadeiro Rei que há de reinar por toda a eternidade. E precisamos ser súditos fiéis. Fiéis até a morte, para que possamos receber a coroa da vida.

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